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Vende-se
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Elisabete Ribeiro sempre esteve ligada às artes. A autora vinda de Faro, chega a Águeda para partilhar o seu magnifico trabalho e a sua moderna inspiração. Participa em peças de teatro onde pela primeira vez manipula som e imagem. Vive no mundo da dança: jazz, moderna e clássica. Ocupa muito do tempo a fazer animação de rua. O desenho assim como a fotografia foi e é seu passatempo preferido. Aprendeu a trabalhar vários programas de edição de imagem no pc por iniciativa própria. Tira um curso superior de design de comunicação, na Ualg. No ano de 2004 iniciou-se como VJ e muito facilmente cultivou o gosto pela projecção de imagens.
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Direita, esquerda... sempre em frente
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Elisabete Ribeiro sempre esteve ligada às artes. A autora vinda de Faro, chega a Águeda para partilhar o seu magnifico trabalho e a sua moderna inspiração. Participa em peças de teatro onde pela primeira vez manipula som e imagem. Vive no mundo da dança: jazz, moderna e clássica. Ocupa muito do tempo a fazer animação de rua. O desenho assim como a fotografia foi e é seu passatempo preferido. Aprendeu a trabalhar vários programas de edição de imagem no pc por iniciativa própria. Tira um curso superior de design de comunicação, na Ualg. No ano de 2004 iniciou-se como VJ e muito facilmente cultivou o gosto pela projecção de imagens.
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Retrato a Vermelho
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Helena Bellamy nasceu a 31 de Outubro de 1981. Licenciou-se em Comunicação pelo Instituto Superior das Ciências da Informação e Administração de Aveiro, concluindo a tese de final de curso “A Fotografia como Arte e Expressão na Comunicação” por orientação do Professor Doutor Dinis Alves. E durante o percurso académico que surge primeira incursão fotográfica, com a primeira exposição a acontecer em 2007, intitulada “Esse Amor d’Agua”. Em 2010, surge “Retrato a Vermelho”, uma colectânea pessoal da autora.
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Rascunhos de um bom ladrão
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Paulo Cêpa nasceu a 20/03/1980, e desde que se conhece, que se encontra espontaneamente entre as três formas de arte mais pessoais e intimistas.A fusão entre a pintura, poesia e a música, fazem deste artista amador, um criador triangular na forma de ser.
A música é o elo de ligação entre a escrita e a pintura, considerando-a a mãe dos seus sentidos.
